Compreender a relação entre menopausa e saúde óssea é essencial para adotar medidas preventivas que ajudam a preservar a qualidade de vida nessa fase.
Durante a menopausa, o corpo feminino passa por transformações importantes. Uma das mais relevantes, embora nem sempre discutida, é a perda progressiva da densidade óssea. A queda na produção de estrogênio afeta diretamente a estrutura dos ossos, aumentando o risco de osteoporose.
Por que a menopausa interfere na saúde dos ossos?
O estrogênio é um hormônio que contribui para a manutenção da densidade óssea ao longo da vida. Quando os níveis hormonais caem durante o climatério e a menopausa, os ossos começam a perder massa mais rapidamente. Isso os torna frágeis e mais suscetíveis a fraturas.
Outros fatores também influenciam esse processo. Histórico familiar de osteoporose, sedentarismo, alimentação pobre em cálcio e vitamina D, além do tabagismo, podem acelerar a perda óssea. Como esse processo é silencioso, os cuidados devem começar mesmo sem sintomas aparentes.
O que é a osteoporose e por que ela preocupa?
A osteoporose ocorre quando há perda significativa de densidade óssea. Isso torna os ossos mais frágeis e propensos a fraturas. Embora possa atingir homens e mulheres, o risco é maior entre mulheres no período pós-menopausa.
Na maioria dos casos, a osteoporose só é percebida após uma fratura, geralmente no quadril, punho ou coluna. Por esse motivo, a prevenção precisa fazer parte da rotina de cuidados da mulher nessa fase da vida.
Como prevenir a osteoporose na menopausa?
A prevenção começa com hábitos simples. Uma alimentação rica em cálcio e vitamina D fortalece os ossos. A prática regular de exercícios físicos com impacto leve, como caminhada e musculação, também estimula a saúde óssea.
Além disso, é importante evitar o cigarro e o consumo excessivo de álcool. Consultas periódicas ao ginecologista ajudam a monitorar a saúde óssea e a identificar a necessidade de exames ou suplementações.
Quando fazer o rastreamento da saúde óssea?
O exame mais indicado para avaliar a densidade óssea é a densitometria. Ele costuma ser recomendado a partir dos 65 anos. No entanto, mulheres que passaram pela menopausa e possuem fatores de risco podem precisar realizá-lo antes.
A decisão deve sempre partir de uma avaliação médica individualizada. Em alguns casos, o ginecologista também pode considerar a terapia hormonal como forma de proteção óssea, desde que os benefícios superem os riscos.
Cuidado contínuo para viver com mais autonomia
A menopausa é uma fase natural, mas exige atenção especial à saúde. Com orientação adequada, é possível prevenir complicações e manter a autonomia por muitos anos. O acompanhamento ginecológico regular oferece suporte para atravessar esse período com bem-estar físico e emocional.
Para esclarecer dúvidas e receber uma orientação individualizada sobre o seu caso, você pode agendar uma consulta com o Dr. Leonardo Rezende.
📞 Atendimento em Florianópolis (SC)
💬 WhatsApp: clique para conversar
