No dia 1º de dezembro, o mundo se une em torno de uma causa importante: o combate ao HIV e às infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) ou seja, prevenção do HIV e ISTs. Essa data, conhecida como Dia Mundial de Luta contra a AIDS, é um convite à informação e ao autocuidado.
Por isso, falar sobre a prevenção do HIV e ISTs é essencial para a saúde da mulher. Neste artigo, você vai entender como funcionam os exames, quando realizá-los e quais são os cuidados que fazem a diferença na proteção e no bem-estar.
O que são ISTs e por que o rastreamento é necessário?
As ISTs são infecções transmitidas, principalmente, por relações sexuais sem o uso de preservativo. Entre as mais conhecidas estão o HIV, a sífilis, o HPV, a clamídia e a gonorreia.
Embora algumas apresentem sintomas, outras podem evoluir silenciosamente. Por isso, o rastreamento periódico se torna fundamental. Ele permite o diagnóstico precoce, o início rápido do tratamento e a prevenção de complicações futuras. Além disso, reduz as chances de transmissão para outras pessoas.
Quando realizar o rastreamento de ISTs?
A indicação para o rastreamento pode variar conforme o estilo de vida, mas existem critérios que ajudam a nortear essa decisão. De modo geral, é importante considerar:
- início da vida sexual
- múltiplos parceiros
- histórico de ISTs
- uso inconsistente de preservativos
- gestação ou desejo de engravidar
Inclusive, durante o pré-natal, os exames para detecção de ISTs são obrigatórios. Eles costumam ser repetidos em diferentes fases da gestação, como forma de proteger a saúde da gestante e do bebê.
Como funciona a prevenção do HIV?
A prevenção combinada é uma estratégia moderna que vai além do uso do preservativo. Ela inclui diferentes abordagens, como:
- PEP (profilaxia pós-exposição): usada em até 72 horas após uma situação de risco, como relação desprotegida ou rompimento do preservativo
- PrEP (profilaxia pré-exposição): indicada para pessoas com maior vulnerabilidade ao HIV, envolve o uso contínuo de medicamentos que impedem a infecção
Ambas estão disponíveis no SUS. Com acompanhamento médico, essas medidas oferecem segurança adicional para quem busca prevenção efetiva.
Como é a consulta ginecológica nesse contexto?
Durante a consulta, o ginecologista vai conversar sobre o histórico sexual da paciente, esclarecer dúvidas e solicitar exames conforme a necessidade. Os principais testes incluem:
- exame de sangue (como o teste rápido para HIV e sífilis)
- exames ginecológicos (como o papanicolau e a coleta de secreções)
- culturas vaginais, quando há sintomas como corrimento ou ardência
O atendimento é sigiloso, respeitoso e livre de julgamentos. Além disso, representa uma excelente oportunidade para receber orientações personalizadas sobre saúde íntima.
Informação é parte do cuidado
Quando uma mulher busca informação confiável, realiza seus exames e adota estratégias de prevenção, ela está cuidando de si e das pessoas com quem se relaciona. Dessa forma, contribui também para o enfrentamento do preconceito e da desinformação.
O Dia Mundial de Luta contra a AIDS lembra que prevenção e acolhimento caminham juntos. E que a saúde íntima merece atenção em todas as fases da vida.
Para esclarecer dúvidas e receber uma orientação individualizada sobre o seu caso, você pode agendar uma consulta com o Dr. Leonardo Rezende.
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